Os 5 maiores arrependimentos

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Fotografia © Mikael Kristenson | Cartaz © Laura Almeida Azevedo
Fotografia © Mikael Kristenson | Cartaz © Laura Almeida Azevedo

Existem momentos em que simplesmente desistimos. Desistimos de tentar estar em todo o lado, de tentar agradar a todas as pessoas, de tentar redefinir a cada momento as prioridades, as falsas prioridades.

Nenhum de nós gosta de falhar consigo e com os outros. Não gostamos de falhar prazos, falhar tarefas. E, por não gostarmos de falhar, vamos ao limite. Ao limite do nosso corpo físico, emocional e mental. Em que as pessoas mais importantes para nós são colocadas naqueles telefonemas que já deviam ter sido feitos. As pessoas mais importantes para nós são aquelas que levam com o «agora não consigo» ou com o conhecido «agora não tenho tempo». São aquelas que levam com a falta de presença e com a ausência emocional e mental.

Mas o engraçado é que é nesses momentos em que atingimos os nossos limites, em que desistimos de tentar não falhar, em que o cansaço nos vence, que voltamos a recordar. Recordamos o verdadeiro porquê de fazermos aquilo que fazemos. Recordamos o que é mais importante para nós. Recordamos a importância de sentirmos paz interior.

É nesses instantes de rendição e de paz que volta para o meu consciente um recado antigo. Um recado que me lembra o que é verdadeiramente importante, hoje e sempre.

Em 2011, uma enfermeira americana fez um estudo com doentes terminais em que lhes pediu que indicassem quais os seus maiores arrependimentos naquele momento. Estas foram as respostas:

  1. Gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo e não a vida que os outros esperavam de mim.
  2. Gostaria de não ter trabalhado tanto.
  3. Gostaria de ter a coragem de expressar os meus sentimentos.
  4. Gostaria de ter mantido contacto com os meus amigos.
  5. Gostaria de me ter permitido ser mais feliz.

Uma das coisas que a enfermeira referiu foi que, ao longo dos vários processos que ela acompanhou, cada pessoa no final da sua vida, fosse «boa» ou «má» pessoa, parecia que se iluminava e que descobria o que era o amor incondicional.

Espero que este recado te ajude a ti tanto como me ajuda a mim.

Um beijo enorme e até já!

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LÍGIA SILVA, a coach
Ela é autêntica, mulher e, acima de tudo, humana. Adora falar e escrever de coração para coração. Tem como principal paixão a descoberta da mente humana e adora que esta viagem seja feita com sentido de humor e com uma boa gargalhada. Acredita na simplicidade da vida e na possibilidade de cada um de nós fazermos aquilo que mais nos preenche.