O teu prémio é o meu amor

1980
Fotografia © Frank Mckenna | Cartaz © Laura Almeida Azevedo
Fotografia © Frank Mckenna | Cartaz © Laura Almeida Azevedo

Li, algures, num texto que a vida premeia os corajosos. E foi logo em ti que pensei. Porquê? Porque és um afortunado. Porque tens a sorte e o privilégio de já ter o maior prémio da vida. Sabes qual é? É seres amado como não foste durante anos.

O amor é um conjunto de sentimentos, sabores, cores, desafios, aprendizagem, onde o coração está cheio e fica preenchido com o melhor da vida. Sabes o que te falta? A coragem! Sei que pode ser difícil pelas circunstâncias da vida. Mas pensa por um segundo!

O amor é um sentimento tão nobre, tão único, onde tudo a que nos propomos vira realidade. A coragem é um ato que só quem ama tem, sentindo-se capaz de enfrentar as dificuldades. Mas, como somos dois amar, a coragem é a dobrar. Por isso, tudo se torna mais fácil, mais forte, mais empolgante!

Juntos teremos essa coragem, porque o melhor da vida já temos. É o amor!

Juntos vamos ter coragem para continuar esta história de amor, onde o papel principal é nosso. Não devemos permitir que as personagens secundárias nos impeçam de termos um final feliz. Esta história é só nossa! E tem nela uma luta constante para manter tudo o que merece este amor.

Mas o amor não deveria travar tantas lutas para se manter vivo. Deveria, sim, sentir paz interior, sentir tranquilidade. Não concordas? O nosso trava muitas lutas, mantém-se vivo, mas já chega de o cansar. Vamos dar-lhe o descanso merecido. Vamos dar-lhe a paz e tranquilidade que tanto merece e pelos quais anseia.

Coragem, meu amor. Do teu lado estou eu e à nossa frente o nosso futuro. E não te esqueças que já tens o melhor prémio da vida… O meu amor!

Comments

comments

PARTILHAR
Artigo anteriorAuto-aceitação: a receita da felicidade
Próximo artigoEstou só triste
MATILDE GOMES, a emotiva
É sonhadora — tanto que, desde há muito, tem uma lista de sonhos a realizar — e é a viajar que quer iniciar a sua aventura pela vida. Apaixonada pela leitura, é na escrita onde se sente livre, tendo sempre presente o amor e a dor. O seu interior é um turbilhão de emoções, onde reside as lágrimas e os sorrisos. Para a Matilde, o abraço é o gesto que melhor revela os sentimentos.