Cartas de amor

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Fotografia © Rowan Heuvel | Design © Laura Almeida Azevedo
Fotografia © Rowan Heuvel | Design © Laura Almeida Azevedo

Nos dias de hoje, já não se usam cartas de amor escritas à mão. Estas são mensagens, a meu ver, personalizadas com um toque de carinho e atenção especial. Têm um cunho pessoal, que, hoje em dia, infelizmente deixou de existir.

Quem já não recebeu uma carta destas e ficou feliz? Pois, é. Estas ditas cartas têm muito mais valor do que uma simples mensagem no telemóvel ou no facebook. Admito que gosto de novas tecnologias, mas também admito que gosto de algumas coisas à moda antiga. Acabam por ter um gostinho especial.

São simples cartas e banais que retratam o nosso sofrimento por amor. Por vezes, faz-nos mais sentido desabafar no papel e enviar à pessoa.

Costuma-se dizer que as cartas de amor são ridículas! Eu cá adoro ser ridícula e quanto mais melhor. É sinal de que consegui transmitir bem a mensagem. É com essa intenção. Afinal de contas, o amor é ridículo. Mas bom!

E já dizia a canção: «Cartas de amor! Quem as não tem?»

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HELENA FONSECA, a borboleta
Tem 34 anos. É Psicóloga Forense. Adora escrever o que lhe vai na alma e no coração. Adora treinar os seus cães, praticar desporto, ir ao cinema e ler. A natureza — sobretudo, o mar, a praia — dá-lhe tranquilidade, paz. É uma apaixonada pela vida, pelas pessoas e por si própria. E, aqui entre nós, é também uma romântica, que ainda acredita no príncipe encantado.