OS DESAFIADOS | Textos acabadinhos de sair

Eternizei-te naquela tarde de Verão…

A brisa do final da tarde traz-me de volta as tuas memórias. Estou sozinha. Sentada neste areal deserto, vejo o pôr do sol e lembro-me de como, desde sempre, adorei esta praia. E foi aqui que vi, pela primeira e única vez, os teus olhos.

Para quê adiar a felicidade?

Para quê adiar a felicidade? Porque demoras em abraçar-me nestas noites longas e frias? Porquê esta demora em vir buscar o que é teu? Porque demoras a entregar-te?

Quando a realidade mais parece ficção…

Ela era mãe, uma mãe sofredora, já que a sua menina não tinha pai. Era filha de pai incógnito. Usava-se, sim, a palavra incógnito quando cobarde seria a mais correta, a mais adequada.

Tem sido difícil a vida sem ti

Tem sido difícil. Difícil comprovar que continuo a cair nos mesmos erros, a falhar nas mesmas coisas. Significa que ainda não aprendi. Refiro-me a ti. Ou, melhor, a nós.

Lá fora, chove…

Embora lute contra, a verdade é que a memória de ti vem à tona. Deverias estar ultrapassado há muito. Deverias ser uma recordação doce e amena. Mas não és.

Quero-te aqui comigo, já!

O pânico invade-me quando não estás comigo. [...] Tu és a luz que ilumina os meus dias, as cordas da guitarra que tocam o meu coração.

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