Quem sou eu? 

A desafiadora, claro! E a fundadora desta plataforma.

Isto significa que fui eu quem teve, em finais de abril de 2016, a maravilhosa ideia de criar esta plataforma — e posso dizê-lo assim, com orgulho, porque tem sido uma experiência fantástica que me permitiu conhecer pessoas inesquecíveis e cheias de talento.

Sou a única pessoa por detrás de toda a gestão da plataforma. Não apenas a gestão do website, mas também a responsável e criativa de toda a parte visual deste projeto — os cartazes, a marca, o design. Sou quem gere as redes sociais e trata de toda a comunicação do projeto. Também sou a desafiadora porque é também o meu papel desafiar os autores inscritos, através de desafios temáticos que organizo por aqui. E, além disto, sou eu quem revê meticulosamente todos os textos, antes de serem publicados, porque também sou autora e sei a importância que tem cada texto estar perfeitamente bem escrito.

Sou a autora do blog e do livro apeteces-me. Um projeto que surgiu em 2014 quando eu, também apaixonada pela escrita desde miúda, me decidi lançar nas palavras e arriscar criar uma página de Facebook — que, na altura, pensava eu que seria sempre anónima. Hoje, essa mesma página tem mais de 125 mil seguidores e o meu blog tem milhares de leitores por mês. Um projeto que começou por brincadeira e que me levou a concretizar mais um sonho: o de publicar o meu livro, quando, em 2016, dada a visibilidade da minha página e da minha escrita, fui convidada pela editora Marcador para lançar o meu primeiro livro.

Como cheguei até aqui? Fazendo sempre o que não poderia deixar de fazer — porque é esse o meu feitio, quando me apaixono por aquilo que faço, como é o caso. Aprendi sozinha a montar websites inteiros em WordPress, para poder criar o meu, ao meu estilo. Aprendi a gerir redes sociais, a estudar-lhes as estatísticas, a promover conteúdos, e todas as ferramentas necessárias para criar uma página de Facebook que pudesse ir mais longe. E, como sou graphic designer e ilustradora, isso também me permitiu ter uma vantagem enorme: saber dar um cuidado e uma atenção muito mais conscientes, tanto à imagem de um projeto, como à própria comunicação escrita da marca e com o público.

Sou formada em Ciências da Comunicação, pela Universidade Autónoma de Lisboa, tendo-me especializado em Jornalismo. A paixão pelas palavras e pelo desenho foram sempre algo que me caraterizou aos olhos de todos — e aos meus. Sou aquele tipo de pessoas — por vezes, que parece não ter os pés assentes no chão — que acredita nos sonhos. Mas também sou a primeira a saber que nenhum sonho se concretiza sem trabalho, sem empenho, sem determinação, sem foco, sem entrega total e sem quedas e erros suficientes para se perceber, cada vez melhor, aquilo que se quer. E de que modo se pode atingir aquilo que se quer.

É isso que faço, todos os dias, quando me envolvo nos meus projetos pessoais e profissionais. É que, além de ser autora, blogger e a desafiadora desta plataforma, sou também freelancer em desenho gráfico, ilustração, revisão de conteúdos e gestão de redes sociais. Costumo dizer que sou uma «faz-tudo», dentro da área em que trabalho. Porque sou tão apaixonada pelo que faço, pela comunicação escrita e visual — de projetos e de marcas coletivas ou individuais —, que não consigo nunca resistir a querer saber sempre mais, a querer fazer sempre melhor e a dominar cada vez mais ferramentas que me permitam a mim — e aos meus clientes — ir cada vez mais longe.

É também isso que faço aqui, nesta e por esta plataforma! 🙂

 Que outros projetos, além deste, tenho? 

 APETECES-ME 
Website
Facebook
Instagram

 O que me levou a criar esta plataforma? 

Como expliquei acima, e eventualmente tal como tu, também eu sempre fui uma apaixonada pelas palavras. Sempre gostei de histórias. Foi por isso que me licenciei em Ciências da Comunicação e que me especializei em jornalismo — em contar histórias, embora reais.

Quando criei o meu blog apeteces-me, e embora tivesse formação em Comunicação e tivesse aprendido na teoria tudo o que é essencial para fazer uma boa comunicação de produto e de marca, senti que, para levar o meu projeto mais longe, sozinha, era necessário aprender muito mais. Porque, quando se desenvolve um projeto sozinho, mesmo que de escrita, não se tem apenas de escrever. Tem-se de fazer e ser tudo: a pessoa que escreve, a pessoa que gere, a pessoa que monta o site, a pessoa que vende o produto, a pessoa que o publicita, a pessoa que comunica o projeto, a pessoa que faz as newsletters, a pessoa que responde às mensagens, a pessoa que cria as imagens, a pessoa que pesquisa conteúdos, a pessoa que… Uff!

E a curva de aprendizagem, como se lhe chama, é demorada nesta área — porque são muitas áreas e tarefas, porque os softwares são bastante complexos, porque leva tempo até que se domine tudo. E porque o mundo digital, embora seja um mundo relativamente novo, consegue ser bastante avassalador.

Lembro-me bem das primeiras vezes em que segurei uma caneta digital nas mãos para desenhar e do quão dispares me saíram as primeiras ilustrações. Também não tinha conhecimentos práticos de como montar um website — e muito menos em WordPress, que é bastante mais complexo do que montar um em Wix ou SquareSpace. Aprendi linguagem HTML e CSS para conseguir alterar as suas configurações e programá-las de acordo com as necessidades. E todos os dias eram dias para ler sobre marketing e comunicação digital. E para aprender ferramentas como o Adobe Illustrator, o Adobe Photoshop e até o Adobe InDesign, que são as ferramentas profissionais — e complexas — que os profissionais, como eu, utilizam diariamente.

Apesar de todos os conhecimentos que já tinha e que me colocavam em vantagem em relação às outras pessoas, a verdade é que, nos últimos cinco anos, quase todos os dias aprendo coisas novas, que me são úteis profissionalmente e que me permitem criar projetos giros, como este, e superar as expetativas dos meus clientes.

Mas, quando comecei, nos primórdios de tudo, tudo, o que é que eu queria mesmo? Apenas um espaço onde escrever, que pudesse ter qualidade visual e bom gosto. E, de preferência, que não desse quase nenhum trabalho e que fosse o mais barato possível — porque, naquela altura, até acreditava que poderia haver imensos serviços online gratuítos e que os preços para suportar estes projetos seriam reduzidos. E ainda franzia o nariz, de espanto, como muitos de vocês, quando percebia que não. Que tudo se paga. Mesmo online. E que se paga bem.

E não é isso — um espaço moderno, simples, barato e que funcione sozinho — o que a maioria de nós, que gosta de escrever, deseja?

A internet é um mundo e abre tantas oportunidades a qualquer um que se queira aventurar. Sim, é importante apostarmos numa presença online para fazermos com que um projeto se destaque. E, apesar de ainda haver marcas e pessoas que não compreendem isto, que se recusam a abraçar as novas tecnologias sem perceberem as potencialidades que estas nos trazem, a verdade é que a internet pode mudar a vida de quem lhe dá uma oportunidade. Basta verem o meu exemplo.

E foi por isso que me lembrei de criar esta plataforma!

Além de ser graphic designer, ilustradora e formada em Ciências da Comunicação, também sempre fui uma apaixonada quase obsessiva por gramática. Era sempre das melhores, se não mesmo a melhor, alunas em Português e a melhor em Escrita Criativa, nas aulas em que frequentei. As gramáticas eram o meu livro preferido de mesa de cabeceira, aos 15 anos de idade, e passava o tempo a desafiar-me a escrever textos inteiros com palavras novas — para me motivar a escrever cada vez melhor. Não foi, por isso, estranho quando comecei a desejar ser escritora, com toda a certeza do mundo, e quando, em fase adulta, comecei a trabalhar como freelancer em redação de conteúdos, em revisão de texto e até em traduções de inglês para português — uma vez que, como talvez saibas, eu vivo em Londres.

Esta sempre foi a minha vantagem. As minhas caraterísticas, o meu percurso e o tempo que dediquei a evoluir. Mas e os outros?

Passar por todo este percurso e saber, por experiência própria, o quão trabalhoso é, fez-me sentir vontade de criar esta plataforma.

Porque sei que há imensas pessoas talentosas, que escrevem maravilhosamente bem, mas que têm receio de se aventurar num projeto de escrita online. Por muitos motivos. E que perdem oportunidades fantásticas para se mostrarem ao mundo, para se deliciarem com isto de ter pessoas que admiram o seu trabalho e que, todos os dias, estão lá, com palavras de incentivo e com partilhas mútuas. Porque é também isso que escrever num espaço online nos dá.

E porque não arriscam?

  1. Por se sentirem sozinhas. Sim, arrancar com um projeto sozinho, de raiz, e vê-lo atingir resultados, leva tempo. Essa espera pode ser solitária, frustrante. A maioria das pessoas desiste antes de ver resultados.
  2. Por não estarem seguras da sua escrita e recearem a opinião do público (ou a que o silêncio subentende). É que ter um blog sozinho consegue ser assustador: porque, a partir do momento em que se carrega no gatilho «Publicar», o que se recebe do outro lado é, por vezes, apenas silêncio. Durante muito tempo.
  3. Por não dominarem as ferramentas que suportam os projetos, nem terem tempo para as aprender. Porque ter um blog bem sucedido implica muito mais do que apenas escrever, mesmo que se escreva muito bem — tal como mencionei acima.
  4. Por ser demasiado caro contratar alguém para montar um site, para gerir as redes sociais, para rever os textos e ainda criar conteúdos visuais. A maioria das pessoas não pode gastar 100, 200 ou 300 euros, por mês, para ter alguém que trate de tudo isto — e já estou a dar preços abaixo da média.
  5. Porque ter uma página com visibilidade nas redes sociais também implica pagar publicidade — sobretudo, agora, que o Facebook alterou o seu algoritmo e apenas 3‰ dos seguidores de uma página conseguem ver as publicações destas no feed. Os restantes 97% só veem estas publicações, se estas forem pagas. E nem todas as pessoas podem gastar 100 ou 200 euros por mês para isso.
  6. Porque é também necessário ter conhecimentos de design e bom gosto para fazer a imagem de um projeto destacar — e isso nem sempre é comprável, nem aprendível em artigos técnicos. Ou se tem bom gosto ou não se tem.

Foram todos estes motivos, que fazem com que a maioria das pessoas recue quando equaciona montar um projeto sozinho, que pensei criar esta plataforma.

Aqui, as pessoas não estariam sozinhas, não necessitariam de passar pela curva de aprendizagem que eu passei e não teriam custos excessivos, nem precisariam de se preocupar com coisas técnicas e de outro cariz que não fosse apenas escrever.

Quem trataria de tudo o resto seria eu. E, assim, proporcionaria um espaço online, onde todos pudessem, por um preço mais acessível, partilhar com o mundo as suas palavras — aventurando-se, em alguns casos, pela primeira vez na escrita. Por ser também autora, pelo meu percurso profissional, aproveitaria também para incluir aqui desafios à escrita e daria foco à troca de ideias entre autores, partilhando também os meus conhecimentos e a minha experiência.

Tudo o resto — a parte visual, a gestão dos conteúdos, a divulgação da plataforma, os custos para a manter a funcionar, os custos da publicidade — ficaria à minha responsabilidade. Mas, para que isso fosse possível, dado o trabalho que isto me iria dar e os custos permanentes, teria de ser necessário que os autores se tivessem de inscrever — tal como se inscrevem num ginásio, numa aula de Yoga ou tal como pagam uma aplicação para meditar. Porque isto seria um serviço que eu iria prestar.

E foi assim que nasceu a plataforma Desafio-te!

Atualmente, além de tudo o mencionado acima e que é o mote desta plataforma, as inscrições dos autores são pagas. Este valor serve para suportar as despesas mensais obrigatórios da plataforma — que ronda à volta dos 200€ por mês, sem considerar sequer as dezenas de horas de trabalho que ela requer semanalmente. Nem sempre o valor faturado cobre mais do que apenas os custos — e daí haver muitos meses em que não seria errado dizer que esta plataforma existe sem fins lucrativos. De qualquer modo, mesmo não dando lucro, é imperativo que ela, pelo menos, não dê prejuízo.

A plataforma Desafio-te nasceu no dia 1 de maio de 2016.

Por paixão à escrita. Pelo prazer de proporcionar um espaço online, onde todos os que sentem paixão pela escrita, tal como eu, podem ver os seus textos publicados. Onde podem aprender a ser melhores e mais confiantes na sua escrita. Onde podem trocar impressões com outros autores. Onde estão acompanhados. E onde todos os textos e autores merecem a mesma atenção e têm acesso às mesmas oportunidades dentro da plataforma.

Sim, um projeto com um propósito feliz!

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Se sim, agora, podes alugar um dos nossos espaços, disponibilizados para esse efeito. E esta é uma excelente oportunidade para divulgares a tua marca, o teu livro e o teu projeto a todos os nossos leitores e autores — que são mais de 10.000 por mês!

Tudo isto a um preço reduzido, tendo em consideração os preços que se praticam no mercado. É que, acima de tudo, este serviço tem como objetivo angariar dinheiro suficiente para pagar as despesas e os custos associados à manutenção desta plataforma.

Ao publicitares aqui os teus projetos, estás também a tornar este projeto possível.