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À conversa com a Angela Caboz: «Amo-te, Miúdo Tonto»

«Sempre tive algum receio de expôr as minhas emoções e de como elas podem ser interpretadas por quem as lê. Mas é um receio que tem vindo a desaparecer com o tempo. Eu sou como sou e não como os outros me veem.»

Quem nos pertence fica aqui

Apetecia-me dizer-te para não partires. Apetecia-me dizer-te para voltares. Mas como é que se pede a alguém para ficar, se sabemos que esse alguém é uma parte de nós?

Os acasos não existem

Os acasos não existem. As pessoas não se procuram. Há almas que se reconhecem. Há corações que eternamente se amam.

Já estava cansada do «era uma vez…»

Vou deixar de contar os dias. Deixar de riscar os meses no calendário. Tenho tanto para viver que é tempo de definir as prioridades da minha vida.

A monotonia de nada fazer!

Há fases, durante a nossa existência, em que ficamos presos ao nada. Amarrados à solidão. Condenados pelas incertezas que nos atormentam a alma.

A vida é dona do tempo

Viver é estender os braços para abraçar quem está ali e nos dá um pouco da sua felicidade de forma gratuita. O amor não se vende.

Esta sou eu

Viver é essa troca de experiências. É partilhar amor para que a memória nos impeça de sentir a dor. Esta sou eu, a que ama todos os que guarda no seu coração.

É por isso que gosto tanto de mim!

Aos que me veem como sábia só poderei afirmar que aprendo algo todos os dias. Quanto a ser boba, sou sem dúvida, porque ainda acredito nos seres humanos!

Eternizei-te naquela tarde de Verão…

A brisa do final da tarde traz-me de volta as tuas memórias. Estou sozinha. Sentada neste areal deserto, vejo o pôr do sol e lembro-me de como, desde sempre, adorei esta praia. E foi aqui que vi, pela primeira e única vez, os teus olhos.

Procura-me

Se me quiseres procurar, não me encontres. Se me quiseres encontrar, sonha-me.